Foi em Aramina, pequeno povoado no noroeste de São Paulo, que meus avós, casados desde 1924, tiveram seus 10 filhos. Meu pai foi o caçula dessa turma que logo ficou cheia de crianças, os netinhos não demoraram a chegar. São inesquecíveis as férias em Aramina, brincar na terra, na escadaria da igreja, andar na rua sozinha, encontrar todos os primos.

Meu pai, o menorzinho, na frente e seus irmãos
Meus avós paternos com os netos que chegaram até 1974
Do outro lado estão os mineiros de Freitas Nunes, meus avós maternos nascidos em Conceição das Alagoas. Vô Jerôrino e a vó Nair tiveram quatro filhos, minha mãe também foi a caçula, temporona, nasceu quando os irmãos tinham entre 10 e 15 anos – que coragem hein, vó?
Vó Nair e o filho mais velho (acima) e vô Jerônimo (abaixo)

Para resumir um pouco a história um irmão de meu pai é casado com uma irmã de minha mãe, foi assim que eles se onheceram. Ele engenheiro elétrico, ela professora de francês (e eu não falo francês até hoje, tô agora aprendendo na marra, rsrs) casaram-se em dia 28 de feveiro de 1976.

Em 1979 eu
cheguei, seguida por minhas irmãs em 1980 e 1983. Mudar já fazia mesmo parte de vinha vida. Até os 8 anos morávamos em Brasília, saímos para que meu pai pudesse montar a Rádio, fundada em abril de 1988. Ficamos um ano em Uberaba e, finalmente, fomos para Igarapava onde eles estão até hoje. Nesse tempo estudei jornalismo, conheci o Rogerio (amor, meu grande amor), nos casamos e fomos para São Paulo onde ficamos 7 anos. Nesse período chegaram os nossos dois lindos bebês, Mira Serena e Michel Albert – também foi nesse tempo que apareceu a idéia de vir para o Canadá.
