Parc-nature de l’île-de-la-visitation

Domingo eu fujo da academia e aproveito para conhecer os parques da cidade. A cada visita uma nova surpresa com a natureza exuberante. Imagino que nem mesmo as fotos, que não resito em tirar, são capazes de transmitir com fidelidade tamanha beleza.

Assim que cheguei me deparei com o meu primeiro museu a visitar em Montréal. Pequenino, muito bem organizado e com guias para explicar a exposição que se consiste em uma réplica da primeira magasin général (se é que eu entendi direito). Nem havia pensado em entrar, mas ao passar pela porta um simpático senhor que se encontrava nas escadas me chamou para visitar o muséu.  
                                   

Segui a caminhada pela ponte, rumo às ruínas do que me pareceu ter sido uma fábrica de farinha, depois descobri que o lugar é conhecido como os moinhos du Sault-au-Récollet e que estiveram em pela atividade de 1726 à 1960. Tudo muito bem conservado e organizado para a visitação.

    

      

Eu estava caminhando para a ilha e ao entar na primeira trilha erma, cheia de lama (no dia anterior choveu muito) um senhor de seus 70 anos me parou para conversar. Ai, ai, tem coisas que só acontecem comigo – ninguém fica abordando o Rogerio pelas ruas – e me lembrou a titia que esses dias me perguntou se as pessoas se cumprimentam pela rua. Eu disse que não, mas tô coeçando a achar que comigo sim. A história é a seguinte, sabe quando a gente vê uma coisa extreordinária e fica desesperado para contar pra alguém e compartilhar o acontecimento? Acho que foi isso que aconteceu.
Ele me contou que tinha visto uma determinada espécie de passarinho (pela alegria dele imagino que rara), como eu disse que não conhecia ele começou a me explicar os detalhes das aves (cores, tamanho, diferença entre macho e fêmea). Então ele havia visto um casal desses passarinhos que ficaram bem próximos dele e cantaram, gritaram… foi uns 10 minutos nessa história. Acho que ele nem percebeu que eu mal falava francês, porque ele ria eu ria e dizia: – Nossa! Que interessante! Que legal! Que bonito! Nos despedimos e continuei minha caminhada.
     

O passeio terminou com uma agradável surpresa, enquanto eu estava parada descansando um pouco e pensando qual seria o melhor caminho pra voltar pra casa… eis quem chega aos meus pés… confesso que cheguei a ficar com medo dele subir em mim.

Fim de tarde volto pra casa, não resisti em comprar mais algumas coisinhas para a incrementar a cozinha e me lançar em minha mais nova descoberta: cupcakes!!! Depois virão as fotos, pena que não dá pra mandar pelo correio.

Se alguém quiser mais alguma informação do parque ou ver mais fotos ée só visitar o site oficial (em francês).

1 Comentário »

  1. Alexandre Bortoleto disse

    Leila, seu blog esta show de bola, fazia tempo que não passava por aqui, muitas novidadessss!!! As fotos estão lindassss.
    Sabe, fiquei imaginando o vovô te parando pra conversar e fiquei rindo aqui….rsrsrs, e sobre o esquilo então, imaginei ele te olhando e vc olhando pra ele parada, esperando oq ele iria fazer….kkkkkkkk.
    As crianças estão lindas, pra variar!!!
    Mande notícias sempre que puder no “Yakult”, vou passar por aqui sempre pra saber das novidades.
    Sabe, acho q a gente deveria ter se encontrado mais nas reuniões, tipo na sua despedida, espero que a gente marca outrassss e várias….uhuuuu.
    Bom Leila, vou ficando por aqui…..até maissssss, bjossss nas crianças e abraços pro Rogério.
    bjossss, fica com Deus!

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