Pra tudo tem uma primeira vez

Esta é a primeira vez que entro em uma lan house, muito estranho… na verdade o lugar é bem sombrio e os computador muito sujo. Nunca pensei que fosse ter nojo de usar um teclado, mas agora estamos nos desligando temporariamente do mundo e essa foi a melhor opção para dar notícias.
Chegamos em São Paulo, com partido marcada para quinta-feira (22/05), rumo ao nosso sonho e à uma nova vida. Com certeza sentiremos muita saudades das pessoas que ficarão por aqui.
Há um porta que, um dia, descreveu muito bem o sentimento dessa grande jornada que estamos traçando, e me vejo a pensar “nessa saudade que eu sinto de tudo que eu ainda não vi”. Além é claro de encerrar essa vida nômade que temos tido nos últimos seis meses. Chega de carregar malas de um lado pro outro!!!!
Então, fico por aqui e o próximo post será já em terras geladas, que nessa época nem são tão geladas assim. 

Passados dois meses de tantas histórias, comecei a pensar no sentido da solidão. Um estado interior que não depende da distância nem do isolamento, um vazio que invade as pessoas e que a simples companhia ou presença humana não podem preencher, solidão foi a única coisa que eu não senti, depois de partir. Nunca. Em momento algum. Estava, sim, atacado de uma voraz saudade. De tudo e de todos de coisas e pessoas que há muito tempo não via. Mas a saudade às vezes faz bem ao coração. Valoriza os sentimentos, acende as esperanças e apaga as distâncias. Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrerá de solidão; poderá morrer de saudades, mas não estará só.
Amyr Klink

 


3 Comentários »

  1. Mirela disse

    Leila,
    Para nós é a primeira vez também: que vemos partir para o sonho comum, amigos tão queridos!
    BJs e nos vemos…

  2. Regiane disse

    Ahhh leila… estou com os olhos rasos d’água…. emocionante por ver meus olhares na sua página… amei… obrigada de coração!

  3. Regiane disse

    Além do meu singelo blog…ahhhhh

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